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Entrar agoraBruno Marini — Candidato a Deputado Federal pelo Rio de Janeiro, número 4467, União Brasil
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Arraste para o lado
Quem é o Bruno
A voz firme do Sul Fluminense em Brasília
Experiência para cuidar de quem precisa, firmeza para defender a família e competência para gerar trabalho. Empresário de Barra Mansa, formado em Administração, com trajetória construída no setor privado.
Origem e formação
Natural de Barra Mansa, no Médio Paraíba. Construiu a vida no empreendedorismo, valorizando o trabalho e a geração de oportunidades na região.
Valores que carrega
Liberdade econômica, valorização da família e responsabilidade fiscal — com a experiência de quem já atua na reabilitação social.
Por que agora
Barra Mansa e os municípios vizinhos enfrentam um déficit histórico de representação direta na Câmara, o que enfraquece a captação de recursos para infraestrutura e serviços essenciais.
20 anos é quanto o Sul Fluminense passou sem um deputado federal da região.
Propostas
As três pautas que eu vou defender em Brasília
- Educação especial com dignidade
- Sair do discurso genérico para a política pública eficaz, com suporte real para famílias neurodivergentes.
- Marco legal nacional para profissionais de apoio: formação, carreira, supervisão e valorização.
- Protocolo intersetorial que integre laudo, plano escolar e acompanhamento.
- Emendas federais para centros de referência e formação continuada de professores e mediadores.
- Sul Fluminense integrado e produtivo
- Saneamento, infraestrutura logística e emprego qualificado, conectando a indústria regional ao mercado.
- Fiscalização do cronograma de manutenção e segurança viária da BR-393.
- Recursos federais para reduzir perdas de água e ampliar o tratamento de esgoto.
- Expansão de cursos técnicos e aprendizagem industrial com SENAI e IFRJ.
- Gestão, trabalho e valores sólidos
- Liberdade econômica, responsabilidade fiscal e proteção dos valores da família.
- Apoio ao microempreendedor com crédito e acesso a compras públicas.
- Menos burocracia para quem empreende e gera emprego na região.
- Defesa da família, da liberdade religiosa e da responsabilidade com o dinheiro público.
O que faz um deputado federal
O que um deputado federal realmente faz
Muita promessa de campanha não cabe no cargo. Estas são as três funções que a Constituição dá a um deputado federal — e é por elas que se deve cobrar o mandato.
Legislar
Propor, discutir, emendar e votar projetos de lei e emendas à Constituição que afetam a vida econômica, social, trabalhista e penal do país.
Orçar
Analisar, votar e emendar o Orçamento Geral da União. É pelo poder orçamentário que o deputado destina recursos federais para saúde, saneamento e infraestrutura nos municípios.
Fiscalizar
Controlar os atos do Executivo federal, ministérios e estatais, garantindo a probidade na aplicação do dinheiro público.
- Acompanhamento do cronograma físico-financeiro de obras federais na região.
- Atuação conjunta com o TCU e o Ministério Público Federal.
O que não é função do cargo
- Executar obras diretamente — asfaltar ruas, construir pontes ou hospitais.
- Comandar polícias, guardas municipais ou contratar servidores locais.
- Gerir o atendimento em postos de saúde ou escolas municipais.
O que é função real: garantir o financiamento, criar o marco legal e abrir portas nos ministérios para os projetos da região.
Indústria e mercado externo
A região já produz. Falta vender para fora
Doze municípios, 865 mil pessoas e R$ 56,8 bilhões de PIB. Montadoras, siderurgia multinacional e o principal eixo rodoviário do país. O mandato tem duas tarefas: dar previsibilidade a quem já investiu aqui e abrir mercado lá fora para quem produz aqui.
Relações comerciais já abertas
- China exportação em operação, via Xangai
- Dubai private label em operação
- Estados Unidos empresa aberta, registro na FDA
- Filipinas processo regulatório em fase final
Por que essas relações importam aqui
A ArcelorMittal, maior investidora industrial da região neste ciclo, é uma multinacional de capital anglo-indiano, liderada pela família Mittal. E o capital chinês já opera no Rio de Janeiro por meio de mineração, energia e transmissão. Quem vai representar o Médio Paraíba em Brasília precisa saber conversar com esses dois mundos — e conversar como quem já negociou.
O parque industrial que já está aqui
Stellantis
Fábrica ancorada historicamente pelo Grupo PSA, produzindo Citroën, Peugeot e motores.
- R$ 3 bilhões de 2025 a 2030, para modernizar e expandir a planta e produzir um modelo inédito — dentro do ciclo de R$ 32 bi do grupo na América do Sul.
- Ao lado, a ArcelorMittal Porto Real produz aços planos revestidos e chapas de alta resistência para o setor automotivo.
Volkswagen, Nissan, MAN e Hyundai
Complexo de veículos comerciais e indústria pesada, com o consórcio modular da VW Caminhões e Ônibus.
- R$ 2,8 bilhões anunciados pela Nissan em 2023, para dois novos SUVs e um motor turbo.
- Hyundai Heavy Industries e MAN completam o parque metalmecânico.
ArcelorMittal — Unidade Saudade
A unidade Saudade fabrica aços longos para construção civil, indústria e energia.
- R$ 1,3 bilhão anunciados em 2022 para ampliar o laminador e modernizar a aciaria.
- +500 mil toneladas/ano de laminação e duplicação da capacidade da aciaria.
A região não vive de um setor só
Siderurgia, saúde e ensino
Berço da siderurgia brasileira, hoje também polo regional de serviços de saúde, ensino superior e comércio.
Indústria e turismo
Fábrica e distribuição de peso ao lado de um dos principais destinos de ecoturismo do estado.
- Michelin: capacidade de cinco milhões de pneus por ano.
- P&G: centro de distribuição e hub nacional de medicamentos da P&G Health.
- Penedo e o Parque Nacional do Itatiaia.
Logística, metalmecânica e campo
Entroncamento ferroviário da MRS Logística, agropecuária e polo universitário e de saúde no Vale do Café.
Alimentos, bebidas e plásticos
A proximidade com a Dutra e os incentivos estaduais atraíram indústria de consumo para a região.
- Ambev: mais de sete milhões de hectolitros por ano e cerca de 860 empregos diretos em Piraí.
Sobre a BYD, sem enrolação
A oportunidade não é a fábrica. É a cadeia
A fábrica da BYD no Brasil fica em Camaçari, na Bahia. Não existe anúncio de montadora da marca em Resende ou Porto Real, e prometer isso em campanha seria enganar quem vota.
A oportunidade real é outra — e é maior do que parece. A região já tem estamparia, injeção plástica e chicote elétrico instalados para atender montadora. Essa cadeia de sistemistas pode fornecer autopeças, logística e serviços para a BYD e para qualquer montadora que cresça no país. É disso que o mandato precisa cuidar: de colocar o fornecedor daqui dentro do contrato.
O que eu vou defender em Brasília
Colocar o fornecedor daqui dentro do contrato
O efeito multiplicador de uma montadora só fica na região se os sistemistas forem daqui.
- Defesa, no Congresso, de regras tributárias estáveis e de longo prazo para a cadeia automotiva, inclusive para as tecnologias híbridas que o setor está trazendo ao país.
- Articulação junto ao MDIC para que estamparias, injeção plástica e chicote elétrico da região entrem na cadeia das montadoras instaladas e das que chegarem.
- Crédito federal para pequenas e médias indústrias que queiram se qualificar como fornecedoras homologadas.
Logística que baixa o custo de cada peça
Frete caro é imposto invisível. Ele sai do lucro da indústria e entra no preço do produto.
- Emendas e articulação federal para manutenção e segurança viária da BR-393.
- Cobrança do cronograma de melhorias no eixo da Dutra na altura do Médio Paraíba.
- Estudo de acesso intermodal para carga industrial, aproveitando a malha ferroviária existente.
- Previsibilidade no fornecimento e na conexão de energia para indústria eletrointensiva, que é o que decide onde a próxima planta se instala.
Gente qualificada para a indústria que já está aqui
A vaga existe. O que falta muitas vezes é a formação específica para preenchê-la.
- Expansão de cursos técnicos em eletromobilidade, baterias e automação com SENAI e IFRJ.
- Programa de aprendizagem industrial ligado às montadoras e siderúrgicas da região.
Siderurgia: defender e acelerar a expansão
A região vive um ciclo de investimento siderúrgico. O papel do mandato é não deixar ele travar.
- Atuação no Congresso pelos instrumentos de defesa comercial do aço brasileiro.
- Acompanhamento e desobstrução do licenciamento e da infraestrutura que a expansão de Barra Mansa exige para sair do papel no prazo.
- Articulação de financiamento federal para modernização e eficiência energética das plantas.
Turismo tratado como indústria
Penedo, o Parque Nacional do Itatiaia e o Vale do Café geram emprego o ano inteiro — se houver estrutura.
- Emendas para acesso, sinalização e infraestrutura nos destinos que já recebem visitante.
- Articulação de crédito federal para pequenos negócios de hospedagem, gastronomia e serviços.
- Promoção dos destinos da região nas ações federais de turismo.
O caminho já percorrido, mercado a mercado
Exportar não é sorte. É certificação, protocolo sanitário, logística e relacionamento — e cada um desses mercados exigiu os quatro. É esse caminho que a indústria da região precisa conseguir repetir.
Primeira exportação do grupo
Realizada no primeiro semestre de 2026: garrafa plástica de 510 ml e copo de 200 ml, com rótulo e caixa em mandarim.
- Parceiro estratégico em Xangai, de onde a água é distribuída para toda a China.
- Entrada na Churrascaria Latina, franquia brasileira com mais de 20 lojas.
Em operação
Private label no Oriente Médio
A expansão ganha tração pelo modelo de private label, com operação já ativa no ecossistema local.
- Três frentes novas em estágio avançado de prospecção.
Em operação
Empresa aberta e registro na FDA
A abertura formal da empresa está consolidada e o registro na FDA foi aprovado.
- Planejamento e logística estruturados para o primeiro lote no segundo semestre de 2026.
Em implantação
Processo regulatório em fase final
O avanço na Ásia-Pacífico segue o cronograma operacional previsto.
- Aguarda o deferimento sanitário das autoridades locais para o envio do primeiro contêiner.
Aguardando aprovação
Certificação Halal Emitida pelo CDIAL. É ela que destrava o Oriente Médio e os mercados de maioria muçulmana — a base da operação em Dubai.
Registro na FDA Aprovado, com a empresa já aberta nos Estados Unidos e o primeiro lote previsto para o segundo semestre de 2026.
O que isso vira em mandato
Quem já atravessou a burocracia de quatro países sabe exatamente onde ela trava.
- Levar produtos da região a missões comerciais na China e no Oriente Médio, usando relações já construídas.
- Articulação com a ApexBrasil e com adidos comerciais para abrir canal de venda a produtores daqui.
- Cobrança de agilidade nos protocolos sanitários e certificações que travam a exportação brasileira.
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O Sul Fluminense já é um corredor industrial global
Stellantis, Volkswagen, Nissan, MAN, Hyundai e ArcelorMittal produzem aqui, em poucos quilômetros de estrada — um dos maiores polos automotivos e metalmecânicos do Brasil. O que falta é uma voz em Brasília que já conheça o caminho de fora para dentro — e de dentro para fora.
Quem fala já fez
Bruno Marini exporta água mineral brasileira para a China — e abriu operação em Dubai e nos Estados Unidos.
Não é promessa de abrir mercado: é contêiner embarcado, rótulo em mandarim, empresa aberta nos Estados Unidos e registro na FDA aprovado.
Os 12 municípios do Médio Paraíba · R$ 56,82 bi de PIB · 865 mil pessoas
Volta Redonda
- PIB
- R$ 15,31 bi
- População
- 261.563
- PIB por habitante
- R$ 58.524
Berço da siderurgia brasileira e maior economia da região. Hoje também polo de serviços de saúde, ensino superior e comércio para todo o Médio Paraíba.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Resende
- PIB
- R$ 12,27 bi
- População
- 129.612
- PIB por habitante
- R$ 94.649
Complexo de veículos comerciais e indústria pesada: Volkswagen Caminhões e Ônibus, Nissan, MAN e Hyundai Heavy Industries. A Nissan anunciou R$ 2,8 bilhões em 2023 para dois novos SUVs e um motor turbo.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Itatiaia
- PIB
- R$ 6,99 bi
- População
- 30.908
- PIB por habitante
- R$ 226.112
O maior PIB por habitante do Médio Paraíba. A Michelin tem capacidade para cinco milhões de pneus por ano; a P&G opera centro de distribuição e o hub nacional de medicamentos da P&G Health. Ao lado, Penedo e o Parque Nacional do Itatiaia.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Barra Mansa
- PIB
- R$ 6,83 bi
- População
- 169.894
- PIB por habitante
- R$ 40.208
A ArcelorMittal anunciou R$ 1,3 bilhão em 2022 para a Unidade Saudade — ampliação do laminador e modernização da aciaria, com cerca de 500 mil toneladas/ano a mais de capacidade.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Piraí
- PIB
- R$ 3,39 bi
- População
- 27.474
- PIB por habitante
- R$ 123.344
A Ambev produz mais de sete milhões de hectolitros por ano no município, com cerca de 860 empregos diretos. A proximidade com a Dutra puxa a indústria de consumo.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Barra do Piraí
- PIB
- R$ 3,23 bi
- População
- 92.883
- PIB por habitante
- R$ 34.729
Entroncamento ferroviário da MRS Logística — por onde passa a carga que liga a região aos portos — somado a metalmecânica e comércio regional.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Porto Real
- PIB
- R$ 3,21 bi
- População
- 20.373
- PIB por habitante
- R$ 157.345
A Stellantis anunciou R$ 3 bilhões de 2025 a 2030 para modernizar a planta e produzir um modelo inédito. Ao lado, a ArcelorMittal Porto Real produz aços revestidos para o setor automotivo.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Valença
- PIB
- R$ 3,10 bi
- População
- 68.088
- PIB por habitante
- R$ 45.595
Agropecuária, polo universitário e de saúde, no coração do Vale do Café. Um dos maiores territórios do Médio Paraíba.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Pinheiral
- PIB
- R$ 1,19 bi
- População
- 24.298
- PIB por habitante
- R$ 48.880
Plásticos, alimentos e construção civil, puxados pela proximidade com a Dutra e pelos incentivos estaduais.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Rio Claro
- PIB
- R$ 0,58 bi
- População
- 17.401
- PIB por habitante
- R$ 33.184
Agropecuária e turismo rural, com forte presença de reservas ambientais e geração de energia.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Quatis
- PIB
- R$ 0,40 bi
- População
- 13.682
- PIB por habitante
- R$ 29.293
Agropecuária e pequena indústria, vizinha direta do polo automotivo de Porto Real e Resende.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
Rio das Flores
- PIB
- R$ 0,34 bi
- População
- 8.954
- PIB por habitante
- R$ 37.826
Agropecuária leiteira e patrimônio histórico das fazendas do ciclo do café.
PIB de 2023 e população do Censo de 2022 — IBGE.
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