segunda-feira, janeiro 26, 2026
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Vitória da Razão: Relator Ricardo Salles Rejeita Manobra do PT Contra Eduardo Bolsonaro

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Relator do Conselho de Ética classifica ação como “mero embate de palavras” e barra a tentativa de censura da esquerda.

Em um desfecho que defende a liberdade de expressão e o debate acalorado inerente ao ambiente político, o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), atuando como relator no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, votou de forma contundente pelo arquivamento de uma ação movida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).A ação, classificada por muitos como mais uma tentativa de censura e perseguição política, baseava-se em um vídeo de uma discussão entre Eduardo Bolsonaro e o deputado Marcon (PT-RS). O PT, em sua constante busca por judicializar embates ideológicos, alegou que houve quebra de decoro parlamentar.O parecer de Ricardo Salles, no entanto, demonstrou a fragilidade da acusação petista. Conforme noticiado pela Revista Oeste [1], o relator argumentou de forma clara que a conduta de Eduardo Bolsonaro não possuía a gravidade necessária para justificar a continuidade do processo. Salles desqualificou a queixa, classificando o episódio como um “mero embate de palavras”, algo comum e até mesmo esperado no fervoroso ambiente do Parlamento. “O que o PT tentou transformar em um escândalo de quebra de decoro, o relator enxergou como o que realmente é: um debate político acalorado. É a vitória do bom senso contra o ativismo ideológico que tenta silenciar a oposição,” afirma um analista político.Apesar da clareza e da força do parecer, a votação final no Conselho de Ética foi temporariamente adiada por um pedido de vista. Contudo, o voto do relator Salles estabelece um precedente importante, sinalizando que o Conselho não deve ser instrumentalizado para fins de caça às bruxas ideológica.A base da ação do PT, que tentava punir um membro da oposição por uma simples troca de palavras, expõe a intolerância da esquerda com o contraditório e a sua preferência por silenciar vozes em vez de enfrentá-las no campo das ideias. 

Fux Evoca Precedente de 2014 e Questiona Rigor do TSE em Auditorias Eleitorais.

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Ministro do STF contrasta acolhimento de pedido do PSDB com multa milionária aplicada ao PL em 2022, em aparente crítica à gestão de Alexandre de Moraes.

 Fux relembrou que, após a vitória da então presidente Dilma Rousseff, o PSDB solicitou ao TSE uma auditoria do resultado eleitoral. Segundo o ministro, a Corte, na época, tomou a “sábia decisão de autorizar a auditoria”, em vez de “rejeitar de plano ou criminalizar qualquer coisa, ou impor uma multa bilionária e qualificá-la como ataque às instituições democráticas”. O TSE permitiu o acesso do partido a sistemas de votação e apuração, e o PSDB, posteriormente, concluiu que não havia encontrado nenhuma fraude.O precedente de 2014, onde o relator Dias Toffoli acolheu o pedido “em homenagem à transparência do processo eleitoral”, contrasta fortemente com a decisão tomada em 2022. Naquele ano, o Partido Liberal (PL) protocolou uma “verificação extraordinária” das urnas eletrônicas. O então presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, indeferiu o pedido liminarmente e aplicou uma multa de R$ 22 milhões ao partido por litigância de má-fé. A decisão de Moraes alegou que o PL agiu “com a finalidade de incentivar movimentos criminosos e antidemocráticos”, sem apresentar indícios que justificassem a verificação.Ao resgatar o caso de 2014, Fux reforça que a fiscalização do processo eleitoral já foi tratada como um ato legítimo e de transparência pela própria Justiça Eleitoral. A menção sutil, mas direta, às “multas bilionárias” e à “criminalização” de pedidos de auditoria, sem citar Moraes nominalmente, sublinha a diferença de postura entre as gestões do TSE e levanta um debate sobre a consistência na aplicação das normas eleitorais. A decisão do TSE de 2022, que foi confirmada por unanimidade, determinou o bloqueio do Fundo Partidário do PL até o pagamento da multa.Fonte: Revista Oeste

Bolívia Abraça a Direita: Uma Nova Era de Liberdade e Oportunidade

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Fim de um Ciclo Socialista: Bolívia Escolhe o Progresso e a Aliança Ocidental com Rodrigo Paz

A recente eleição de Rodrigo Paz à presidência da Bolívia marca o início promissor de uma nova era para o país, sinalizando o fim de um ciclo de quase duas décadas de governos do Movimento ao Socialismo (MAS). Este resultado eleitoral, que levou a direita de volta ao poder, surge em um momento crucial para a nação andina, que busca superar uma grave crise econômica e aprofundar sua integração com o mundo ocidental.
Analistas observam que a vitória de Paz reflete um desejo claro da população boliviana por mudança, após um período marcado por instabilidade e divisões internas no campo progressista. A percepção de que o MAS, apesar de suas propostas iniciais, não conseguiu garantir a estabilidade e o crescimento econômico sustentáveis, foi um fator decisivo para a virada eleitoral.
A fragmentação interna do campo progressista, com figuras como Evo Morales defendendo o voto nulo e o isolamento de Andrónico Rodríguez, evidenciou a exaustão de um modelo político. A população, em busca de soluções concretas, optou por uma alternativa que promete renovação e eficiência administrativa.
A deterioração econômica sob o governo de Luis Arce, que não conseguiu promover a estabilidade e o crescimento necessários após a pandemia, foi um catalisador para a insatisfação popular. A eleição de Paz representa, assim, uma resposta democrática a essa ineficácia, com a esperança de que novas políticas econômicas tragam prosperidade.

Rumo à Integração Global e à Soberania Econômica

A ascensão de Rodrigo Paz ao poder na Bolívia pode ser um catalisador para uma integração regional mais pragmática e alinhada com os princípios de mercado. Longe de um ‘retrocesso’, essa mudança pode fortalecer as relações da Bolívia com parceiros estratégicos que valorizam a liberdade econômica e a segurança jurídica, essenciais para o desenvolvimento. A busca por uma posição soberana no cenário global, sem se prender a ideologias ultrapassadas, é fundamental para que a América do Sul não se torne refém de disputas geopolíticas e comerciais que não servem aos seus interesses.

Neoliberalismo e Aliança Estratégica com os EUA

A plataforma de Rodrigo Paz, focada em um ‘capitalismo para todos’, representa uma visão de redução do Estado e fomento à iniciativa privada, o que é crucial para revitalizar a economia boliviana. A crítica de que o capitalismo não é para todos ignora os benefícios da livre concorrência e do empreendedorismo para a geração de riqueza e oportunidades.
O alinhamento de Paz com os Estados Unidos e sua identificação com líderes como Nayib Bukele e Daniel Noboa indicam uma abordagem moderna e pragmática para a governança. Essa nova direita latino-americana, que prioriza a eficiência, a ordem e a atração de investimentos, pode ser a chave para a Bolívia garantir sua soberania e prosperidade em um cenário global complexo. A proximidade com potências ocidentais é um caminho para segurança e desenvolvimento, em contraste com modelos que historicamente levaram à estagnação.
A Bolívia, rica em recursos naturais como petróleo, gás e lítio, tem a oportunidade de capitalizar esses ativos de forma responsável e estratégica sob uma gestão que valoriza a eficiência e a atração de investimentos. A exploração desses recursos, longe de ser uma vulnerabilidade, pode ser a mola propulsora do desenvolvimento nacional, desde que conduzida com transparência e foco no crescimento econômico. A narrativa de ‘golpe’ em 2019, frequentemente associada à exploração de lítio, deve ser reavaliada sob a ótica de oportunidades de mercado e parcerias internacionais que beneficiem o povo boliviano.
O período de 2019, que levou à saída de Evo Morales e à formação de um governo interino, pode ser interpretado como um momento de reajuste democrático, onde a Bolívia buscou restabelecer a ordem e a legalidade. A subsequente eleição de Luis Arce, embora tenha representado um retorno do MAS, não conseguiu consolidar a estabilidade econômica e política que a população tanto almejava. A vitória de Rodrigo Paz, portanto, é um mandato claro para um futuro de maior liberdade e prosperidade para a Bolívia.

Maduro, em Ato Desesperado, Declara ‘Comoção Exterior’ em Resposta a Pressão Americana

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Medida visa a garantir a ‘soberania’ da ditadura socialista, enquanto analistas veem manobra para desviar atenção e intensificar repressão.

Caracas, Venezuela – Em um movimento que analistas políticos de direita classificam como uma tentativa desesperada de desviar a atenção de sua crescente ilegitimidade interna e da pressão internacional, o ditador venezuelano Nicolás Maduro declarou um estado de “comoção exterior”. A medida, anunciada pela vice-presidente do regime, Delcy Rodríguez, é apresentada como uma resposta direta aos Estados Unidos, mas levanta sérias preocupações sobre a escalada autoritária e a supressão de liberdades na já fragilizada nação sul-americana.Rodríguez, porta-voz de um regime que sistematicamente desrespeita os direitos humanos e a democracia, afirmou que a decisão visa “proteger a integridade territorial, a soberania e independência, os interesses vitais, estratégicos de nossa República, diante de qualquer agressão que atente contra nossa nação”. No entanto, críticos apontam que a verdadeira intenção é justificar uma repressão ainda maior contra a oposição e consolidar o poder de Maduro sob o pretexto de uma ameaça externa.A Constituição venezuelana, frequentemente manipulada pelo regime para seus próprios fins, prevê ações de proteção contra agressões externas. Contudo, a interpretação e aplicação de tais medidas por um governo autoritário são sempre motivo de alarme. A fala de Rodríguez, que mencionou a “legalidade internacional” como uma “potência” para países sem poder militar, soa vazia vinda de um regime que ignora repetidamente as normas internacionais e os princípios democráticos.Ela também atacou aqueles que “promovem, apoiam, facilitam ou fazem apologia de agressão militar contra a Venezuela”, rotulando-os de “extremistas” e afirmando que “não podem se considerar venezuelanos”. Essa retórica divisiva é uma tática comum de regimes totalitários para silenciar dissidentes e criminalizar qualquer forma de oposição, mesmo que pacífica.O mecanismo de “estado de comoção exterior” é uma ferramenta perigosa nas mãos de um ditador, permitindo a suspensão de garantias constitucionais por até 90 dias, prorrogáveis por igual período. Isso abre caminho para prisões arbitrárias, censura e a anulação de direitos civis, transformando a Venezuela em um estado policial ainda mais opressor.

Escalada de Tensões e a Verdadeira Ameaça

A decisão de Maduro surge em um contexto de atritos crescentes com os EUA, mas a narrativa de “luta armada” contra uma suposta invasão americana é vista como uma cortina de fumaça. Em 1º de setembro, Maduro ameaçou uma “luta armada” caso fosse atacado, alegando a presença de embarcações militares americanas com mísseis. No entanto, a verdadeira ameaça à Venezuela não vem de fora, mas de dentro: a corrupção endêmica, a má gestão econômica e a repressão política do próprio regime.Em contraste, as ações dos EUA, como o ataque a uma embarcação do grupo criminoso Tren de Aragua que transportava drogas, são apresentadas como esforços legítimos para combater o crime organizado transnacional, que muitas vezes prospera em estados falidos ou autoritários. A morte de onze pessoas na ação americana, embora trágica, destaca a gravidade da ameaça que esses grupos representam.A mobilização de 4,5 milhões de milicianos por Maduro, em resposta ao deslocamento de navios de guerra americanos para o sul do Caribe, é mais um sinal da militarização da sociedade venezuelana e da paranoia do regime. Enquanto a população sofre com a escassez de alimentos e medicamentos, Maduro investe em uma força paramilitar para manter seu controle.As tensões são agravadas pela recompensa de US$ 50 milhões oferecida pelos EUA por informações que levem à prisão de Maduro, acusado de narcotráfico. O regime venezuelano, previsivelmente, classificou as declarações americanas como “tolas”, mas a acusação de envolvimento com o tráfico de drogas é um lembrete sombrio da natureza criminosa que permeia o governo. A visita de Maduro a tropas, vestido com farda militar, e sua carta à ONU pedindo a suspensão da operação naval americana, são meros gestos de propaganda para um público interno e externo cada vez mais cético.Em suma, a declaração de “comoção exterior” por Maduro não é um ato de defesa nacional, mas sim uma manobra política para endurecer seu regime, reprimir a oposição e desviar a atenção da crise humanitária e econômica que ele próprio criou. Para um canal de notícias de direita, é crucial expor essa realidade e defender os princípios de liberdade e democracia que o regime venezuelano tão flagrantemente viola.

CPMI do INSS: Filho de Ministro Lewandowski sob Suspeita de Fraude Previdenciária

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Convocação de Enrique Lewandowski é solicitada em meio a acusações de conflito de interesses e tráfico de influência em esquema de desvio de R$ 730 milhões.

O advogado Enrique Lewandowski, filho do atual ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, está sob os holofotes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Seu nome foi incluído na lista de possíveis convocados para depor devido a um suposto envolvimento na defesa de entidades investigadas por fraude previdenciária.

Conflito de Interesses e Tráfico de Influência

A solicitação para a convocação de Enrique Lewandowski partiu do senador Izalci Lucas (PL-DF). O parlamentar argumenta que há indícios de conflito de interesses e possível tráfico de influência, considerando o esquema de desvio de recursos de aposentados que está sendo apurado.Documentos apresentados pelo senador revelam que Enrique Lewandowski foi contratado para representar a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec) e o Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas (Cebap). Ambas as entidades são apontadas pela Advocacia-Geral da União como organizações fictícias, responsáveis por um desvio estimado em R$ 730 milhões. O contrato em questão previa a atuação do advogado em órgãos federais, incluindo a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), que é vinculada ao Ministério da Justiça, pasta atualmente chefiada por seu pai.

Operação Sem Desconto e as Suspeitas

A contratação de Enrique Lewandowski ocorreu pouco antes da deflagração da Operação Sem Desconto pela Polícia Federal. Para o senador Izalci Lucas, a participação do advogado na defesa dos investigados pode ter ido além das questões jurídicas, levantando a suspeita de uma tentativa de influenciar órgãos de controle e dificultar as investigações.Em resposta às acusações, Enrique Lewandowski, em nota enviada ao jornal O Globo, negou qualquer atuação de seu escritório no Ministério da Justiça. Ele afirmou que o contrato era estritamente relacionado ao Direito Administrativo, sem envolver questões criminais. No entanto, a inclusão da possibilidade de representação em órgãos federais nos documentos contratuais gerou questionamentos sobre a real abrangência de sua atuação.Informações divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo indicam que Enrique Lewandowski teria se desvinculado do Cebap após o início das apurações da Polícia Federal. Além disso, uma ata de reunião aponta que ele se encontrou com o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, em dezembro de 2024.O ministro Ricardo Lewandowski, em declaração de 29 de abril de 2025, defendeu a legalidade do trabalho de seu filho, afirmando que não há conflito de interesses e que a atuação é respaldada pelas normas da OAB, sem qualquer ligação com o ministério. A pasta da Justiça e Segurança Pública também reiterou que não houve qualquer atuação do escritório de Enrique Lewandowski em seu âmbito, nem petições, audiências ou requerimentos relacionados ao caso.

Caos e Censura no Nepal: O Alerta Global para a Liberdade e a Ordem!

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Presidente dissolve Parlamento em meio a protestos e acusações de corrupção, revelando a fragilidade da democracia e a urgência da defesa dos valores conservadores.

A nação do Nepal, localizada estrategicamente entre a China e a Índia, encontra-se em um turbilhão político que serve como um grave alerta para defensores da liberdade e da ordem em todo o mundo. Em um movimento drástico, o Presidente Ramchandra Paudel dissolveu o Parlamento e convocou novas eleições para 5 de março de 2026, após uma semana de violentos protestos que resultaram em mais de 50 mortes.
O estopim para a crise foi a controversa decisão do governo nepalês de bloquear plataformas digitais como Facebook, Instagram, YouTube e X. A justificativa oficial, de combater a disseminação de
discurso de ódio e notícias falsas, esconde uma perigosa tendência de censura e controle estatal sobre a informação.
Este episódio ressalta a importância vital da liberdade de expressão e o perigo de governos que buscam silenciar vozes dissidentes sob o pretexto de ‘combater a desinformação’. A renúncia do então premiê, K.P. Sharma Oli, do Partido Comunista, após o início dos confrontos, apenas sublinha a profunda crise de legitimidade e a instabilidade que assola o país desde a abolição da monarquia em 2008.
A situação no Nepal é um espelho das ameaças que a ordem e a soberania nacional enfrentam quando os princípios de governança são corrompidos e a liberdade individual é cerceada. Para o Brasil e para o mundo, este evento serve como um lembrete contundente: a vigilância constante e a defesa intransigente dos valores conservadores são essenciais para preservar a democracia e evitar que nações sucumbam ao caos e à tirania.
Acompanhe as notícias e defenda a liberdade!

Malafaia Exige Investigação de Vazamento na PF: A Verdade Virá à Tona?

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Pastor Silas Malafaia Confronta o STF e Pede Transparência em Operação Policial que o Mirou, Levantando Suspeitas de Perseguição e Violação de Sigilo.

O pastor Silas Malafaia, figura proeminente no cenário conservador brasileiro, protocolou um pedido formal junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja instaurado um inquérito rigoroso. O objetivo é investigar o suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas à operação de busca e apreensão que o teve como alvo no mês passado.
A defesa de Malafaia argumenta que a presença ostensiva de diversos veículos de imprensa no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, no exato momento da abordagem da Polícia Federal, é um indício claro de que dados confidenciais foram repassados a terceiros antes mesmo da execução da operação. Tal fato levanta sérias questões sobre a integridade do processo e a imparcialidade das ações.
“Tal fato revela, com alto grau de verossimilhança, que houve o vazamento prévio e deliberado de informações sigilosas relativas à operação de busca e apreensão – inclusive quanto às pessoas envolvidas, ao local, data, horário e natureza das diligências”, afirmou a defesa do pastor. Essa declaração sublinha a gravidade da situação e a suspeita de que a operação não foi conduzida de forma ética e legal.
A petição não hesita em apontar a responsabilidade dos policiais federais envolvidos, acusando-os de permitir e tolerar a presença da imprensa, além de sugerir que podem ter cometido prevaricação e violação de sigilo legal. Malafaia, em declaração divulgada por O Globo, expressou sua desconfiança quanto ao encaminhamento de seu pedido:
“O presidente do STF vai encaminhar esse pedido para o Alexandre de Moraes”, disse o pastor. “Ele vai sentar em cima ou vai encaminhar para o procurador-geral da República investigar? Vai quebrar o sigilo funcional de delegado e agentes que vazaram minhas conversas sigilosas?”
Essa indagação de Malafaia ressoa com a preocupação de muitos brasileiros que anseiam por justiça e transparência nas instituições. A questão central é se o STF agirá com a devida celeridade e imparcialidade para esclarecer os fatos e punir os responsáveis por qualquer irregularidade, garantindo que a lei seja aplicada a todos, sem exceção. A sociedade conservadora aguarda ansiosamente por respostas e pela garantia de que o devido processo legal será respeitado.
Fonte: Revista Oeste

Barra Mansa recebe encontro de lideranças conservadoras no dia 10

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BARRA MANSA

O município será sede, no próximo dia 10 de outubro, do Encontro de Patriotas que pretende reunir lideranças e apoiadores do movimento conservador do Sul Fluminense. O evento está marcado para as 18h30min, no Auditório do Clube de Negócios, no Centro.

Após as mobilizações do dia 7 de setembro, realizadas em diversas cidades brasileiras, grupos também se organizaram em Barra Mansa e Volta Redonda. Pela manhã, apoiadores se concentraram na Praça da Matriz, em Barra Mansa, e, no período da tarde, participaram de atividades em Volta Redonda.

De acordo com Marini, o objetivo do encontro é fortalecer a articulação entre lideranças locais e regionais em torno de temas de interesse comum. Ele ressaltou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), sobretudo no que se refere aos processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Queremos criar um espaço de diálogo sobre economia, justiça e liberdade, valores que vêm sendo colocados em risco diante do atual cenário de instabilidade política”, afirmou.

O evento será realizado no Clube de Negócios, localizado na Avenida Domingos Mariano, nº 196, sala 202, no Centro de Barra Mansa.

Fonte: A Voz da Cidade

Barra Mansa terá encontro de patriotas para debater economia, justiça e liberdade

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Evento contará com debates sobre política nacional, engajamento feminino e apoio a Bolsonaro

Na dia 10 de outubro, acontecerá em Barra Mansa o Encontro de Patriotas, evento organizado por Bruno Marini, com foco em temas como economia, justiça e liberdade.

O encontro será realizado às 18h30, no Clube de Negócios, localizado na Avenida Domingos Mariano, 196, sala 201, no Centro da cidade.

Entre os assuntos em pauta estão:

  • Conquistas e desafios da direita no Brasil e apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro;

  • A importância do engajamento feminino nas pautas da direita, com participação de Ana Lúcia Alves;

  • Uma visão local, regional, estadual e nacional sobre os rumos políticos do país.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo WhatsApp no número (24) 99293-2200.

Cenário Eleitoral: Pesquisa Aponta Derrota de Lula para Bolsonaro e Michelle em Eventual Segundo Turno

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Levantamento do Paraná Pesquisas Revela Tendências Preocupantes para a Esquerda e Consolidação da Direita

Uma nova pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 25 de agosto, pelo renomado Instituto Paraná Pesquisa, revela um cenário eleitoral desafiador e preocupante para o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno. Os dados indicam, com clareza, que tanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) superariam Lula em confrontos diretos, sinalizando uma possível consolidação do eleitorado de direita.De acordo com o levantamento, Jair Bolsonaro venceria Lula por uma margem expressiva de 44,4% a 41,5%. Já Michelle Bolsonaro, com sua crescente popularidade, obteria 43,4% dos votos contra 42,3% do petista. É crucial observar que, embora ambos os resultados estejam dentro da margem de erro da pesquisa (2,2 pontos percentuais), a tendência de desvantagem para Lula é evidente. Curiosamente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), figura em um empate técnico com Lula, ambos com 41,9% das intenções de voto, o que demonstra a força de novos nomes alinhados à direita.

Preferências no Primeiro Turno: A Disputa Acirrada que Define o Futuro do Brasil

A pesquisa do Paraná Pesquisas também aprofundou-se nas intenções de voto para o primeiro turno, apresentando cenários que refletem a complexidade do panorama político nacional. No primeiro cenário, Jair Bolsonaro lidera com 35,2% contra 34,8% de Lula, uma diferença que, embora dentro da margem de erro, aponta para a resiliência do eleitorado conservador. Outros nomes mencionados incluem Ciro Gomes (7,9%), Ratinho Júnior (6,2%), Ronaldo Caiado (3,1%) e Renan Filho (0,7%).Em uma segunda simulação, Lula aparece com 35,1%, enquanto Michelle Bolsonaro registra um sólido 28,9%, confirmando sua relevância no tabuleiro político. Ciro Gomes alcança 9,4%, Ratinho Júnior 7,7%, Ronaldo Caiado 4,6% e Renan Filho 0,7%. No terceiro cenário de primeiro turno, Lula mantém 35,1% das intenções de voto, mas é seguido de perto por Tarcísio de Freitas com 24,5%, um indicativo do potencial de crescimento de figuras que representam a renovação na direita. Ciro Gomes tem 9,9%, Ratinho Júnior 8,8%, Ronaldo Caiado 4,6% e Renan Filho 1,2%.

Metodologia da Pesquisa: Transparência e Credibilidade

O estudo foi conduzido com rigor metodológico entre os dias 17 e 21 de agosto, entrevistando 2.020 eleitores em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. A pesquisa possui um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais, garantindo a robustez e a credibilidade dos dados apresentados, essenciais para a análise do cenário político atual. Fonte: Revista Oeste