segunda-feira, janeiro 26, 2026
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Buzinaço em Barra Mansa mobiliza apoiadores na Praça da Matriz

Com faixas e palavras de ordem, manifestantes pediram liberdade e justiça em Barra Mansa.

Na noite desta quinta-feira (1º), apoiadores do movimento “Reaja Brasil” realizaram um buzinaço em Barra Mansa, no Sul Fluminense, em preparação para o ato marcado para o próximo sábado, 3 de agosto.

Com bandeiras do Brasil e faixas pedindo “liberdade e justiça”, o grupo se reuniu na Praça da Matriz para chamar a atenção da população e convocar mais pessoas para participarem da manifestação.

Os organizadores afirmaram que o objetivo é protestar contra o governo federal e contra decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as palavras de ordem exibidas nos cartazes, estavam as frases “Fora Lula” e “Fora Moraes”.

O ato principal em Barra Mansa está programado para o sábado, 3 de agosto, às 9h, também na Praça da Matriz.

 

De acordo com os manifestantes, a mobilização faz parte de uma série de protestos que estão acontecendo em diferentes cidades do país.

 

EUA sancionam Alexandre de Moraes com Lei Magnitsky

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Presidente dos EUA aplicou Lei Magnitsky contra Moraes no mesmo dia em que recuou de uma série de itens do tarifaço contra o Brasil

O governo de Donald Trump incluiu nesta quarta-feira (30) o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na lista de autoridades sancionadas com base na Lei Global Magnitsky dos Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro (OFAC, na sigla em inglês).

O dispositivo presente na legislação americana é usado para punir financeiramente estrangeiros considerados violadores de direitos humanos ou corruptos. A sanção prevê o bloqueio de bens e propriedades do ministro nos Estados Unidos e proíbe os cidadãos americanos de realizar qualquer transação com os atingidos pela medida por tempo indeterminado. Moraes não poderá, inclusive, utilizar cartões de crédito de bandeira americana, o que também atinge transações no Brasil.

A medida estava sendo debatida há meses pelo Departamento de Estado. Em maio, o secretário de Estado, Marco Rubio, chegou a comentar que havia “grande possibilidade” do ministro Alexandre de Moraes ser sancionado.

No último dia 18, o governo de Donald Trump já havia revogado o visto do magistrado, de “aliados” no STF e de seus familiares.

Em comunicado nesta quarta-feira, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) justificou a medida dizendo que Moraes usou seu cargo para autorizar detenções arbitrárias preventivas e suprimir a liberdade de expressão.

“Alexandre de Moraes assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”, disse o Secretário do Tesouro, Scott Bessent.

“[Alexandre] de Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos politizados – inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, continuou o secretário no comunicado.   

Moraes se tornou uma das figuras mais poderosas do Brasil, diz Ofac

Ainda no comunicado desta quarta-feira, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro afirmou que, desde que foi nomeado para o STF em 2017, Moraes se tornou “uma das figuras mais poderosas do Brasil, exercendo imensa autoridade por meio de sua supervisão de amplas investigações do STF”.

De acordo com o governo americano, o ministro violou a liberdade de expressão de muitas “vítimas”, que enfrentaram longas prisões preventivas sem que fossem apresentadas acusações contra essas pessoas.

Segundo o Ofac, políticos, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, jornalistas e usuários de redes sociais críticos do governo são os principais alvos do magistrado brasileiro.

“De Moraes impôs prisão preventiva e emitiu uma série de mandados de prisão preventiva contra jornalistas e usuários de redes sociais, alguns dos quais estão baseados nos Estados Unidos. Ele também emitiu ordens diretamente a empresas de mídia social dos EUA para bloquear ou remover centenas de contas, muitas vezes de seus críticos e outros críticos do governo brasileiro, incluindo cidadãos americanos”, apontou o governo dos EUA.  

Leia a íntegra do comunicado oficial

Hoje, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA está sancionando o ministro Alexandre de Moraes  (de Moraes), do Supremo Tribunal Federal (STF), que usou seu cargo para autorizar detenções arbitrárias preventivas e suprimir a liberdade de expressão.

“Alexandre de Moraes assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”, disse o Secretário do Tesouro, Scott Bessent . “De Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos politizados — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos.”  

A ação de hoje está sendo tomada em conformidade com a Ordem Executiva (EO) 13818, que se baseia e implementa a Lei Global Magnitsky de Responsabilidade pelos Direitos Humanos e visa perpetradores de graves violações de direitos humanos em todo o mundo. A ação de hoje ocorre após o Departamento de Estado dos EUA revogar o visto de Moraes e de seus familiares próximos em 18 de julho de 2025, por sua cumplicidade em auxiliar e incentivar a campanha ilegal de censura de Moraes contra cidadãos norte-americanos em território americano.

De Moraes foi nomeado para o STF em 2017. Desde então, de Moraes tornou-se uma das figuras mais poderosas do Brasil, exercendo imensa autoridade por meio de sua supervisão de amplas investigações do STF. De Moraes investigou, processou e reprimiu aqueles que se envolveram em discursos protegidos pela Constituição dos EUA, submetendo repetidamente as vítimas a longas prisões preventivas sem apresentar acusações. Por meio de suas ações como ministro do STF, de Moraes minou os direitos de brasileiros e americanos à liberdade de expressão. Em um caso notável, de Moraes deteve arbitrariamente um jornalista por mais de um ano em retaliação por exercer liberdade de expressão.

De Moraes tem como alvo políticos da oposição, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro; jornalistas; jornais; plataformas de mídia social dos EUA; e outras empresas americanas e internacionais. Jornalistas e cidadãos americanos não foram poupados do alcance extraterritorial de Moraes. De Moraes impôs prisão preventiva e emitiu uma série de mandados de prisão preventiva contra jornalistas e usuários de mídia social, alguns dos quais estão baseados nos Estados Unidos. Ele também emitiu ordens diretamente a empresas de mídia social dos EUA para bloquear ou remover centenas de contas, muitas vezes de seus críticos e outros críticos do governo brasileiro, incluindo cidadãos americanos. De Moraes congelou bens e revogou passaportes de seus críticos; baniu contas de mídia social; e ordenou que a Polícia Federal do Brasil invadisse as casas de seus críticos, apreendesse seus pertences e garantisse sua prisão preventiva. 

De Moraes está sendo sancionado de acordo com a EO 13818 por ser uma pessoa estrangeira responsável ou cúmplice, ou que tenha se envolvido direta ou indiretamente em graves abusos de direitos humanos.

Gazeta do Povo entrou em contato com a assessoria do STF para comentários sobre a medida. A matéria poderá ser atualizada.

Fonte: Gazeta do Povo

 

Magnitsky e tarifaço: Trump afaga ala política, mas cede à economia

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Presidente dos EUA aplicou Lei Magnitsky contra Moraes no mesmo dia em que recuou de uma série de itens do tarifaço contra o Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afagou a ala política ligada ao bolsonarismo na quarta-feira (30/7) com a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, mas cedeu ao campo econômico, ao aplicar ao Brasil um tarifaço mais enxuto do que o inicialmente anunciado. A taxa de 50% se manteve, mas a lista de itens teve significativa redução.

Ainda que o recuo seja parcial e vá causar impactos na economia, a decisão deve “poupar” 43,4% das exportações brasileiras, segundo dados da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham).

Tarifaço contra o Brasil

  • Donald Trump assinou a ordem executiva que oficializou a tarifa de 50% contra os produtos exportados do Brasil para os Estados Unidos.
  • Na prática, os 50% são a soma de uma alíquota de 10% anunciada em abril, com 40% adicionais anunciados no começo do mês.
  • Apesar disso, o líder norte-americano deixou quase 700 produtos fora da lista de itens afetados pela tarifa extra de 40%. Entre eles, suco de laranja, aeronaves, castanhas, petróleo e minérios de ferro.
  • Os produtos isentos serão afetados apenas com a taxa de 10%.
  • A previsão do governo norte-americano é de que o tarifaço entre em vigor no início de agosto.

Entre os principais itens que ficaram fora do tarifaço, estão o suco de laranja, a madeira, a celulosa, os fertilizantes, os combustíveis, o aço, os minérios de ferro, as castanhas, entre outros. Ao todo, foram 694 exceções.

O recuo de Trump foi comemorado pelo governo, ainda que com cautela, e também por empresários dos setores que foram poupados da nova taxação.

Ainda existe margem para novos recuos da Casa Branca, uma vez que o presidente dos EUA adiou o início do tarifaço contra o Brasil para a próxima quarta feira (6/8). Entre os itens que seguem tarifados e que são alvo de preocupação estão a carne e o café.

A estratégia do governo Lula em escalar o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, para ficar à frente das negociações funcionou. Com perfil mais discreto, Alckmin fez diversas reuniões tanto com as big techs como com empresários de diferentes setores, com o objetivo de pressionar empresários norte-americanos a irem ao governo Trump falar sobre os prejuízos para os dois lados.

O vice-presidente conversou mais de uma vez com o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, que ao longo desta semana passou a admitir que alguns itens ficariam fora do tarifaço, como se confirmou na quarta.

 

Fonte: Metropoles

 

Família de Barroso tem imóvel de R$ 22 mi sob risco de sanção nos EUA

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Propriedade está em nome de offshore pertencente ao filho do ministro Barroso. Imóvel tem 158 metros quadrados

A família do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, possui um apartamento avaliado em cerca de US$ 4,1 milhões (aproximadamente R$ 22 milhões) em Miami, nos Estados Unidos. O imóvel, de 158 metros quadrados, está registrado em nome de uma empresa offshore vinculada ao filho do ministro, o investidor Bernardo Van Brussel Barroso.

O caso ganhou destaque após o governo norte-americano anunciar, nesta quarta-feira (30), a inclusão do ministro Alexandre de Moraes na lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky — que prevê punições a autoridades acusadas de violações de direitos humanos e corrupção.

Se as sanções forem estendidas a outros integrantes do STF e seus familiares, o apartamento da família Barroso em Miami pode ser diretamente afetado.

Além das medidas econômicas, os EUA também suspenderam os vistos de diversos ministros da Corte. Entre eles estão Edson Fachin, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.

O imóvel da família Barroso está localizado em Key Biscayne, uma das regiões mais valorizadas de Miami, em frente ao mar. Outros nomes ligados ao Judiciário brasileiro também possuem propriedades na região, como o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa.

As informações sobre o imóvel e a offshore constam em registros públicos disponíveis no Condado de Miami.

 

Fonte: fontes abertas do Condado de Miami

Restrições de Moraes obrigam Bolsonaro a fazer malabarismos para buscar atendimento em hospitais

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Medida do STF força ex‑presidente a evitar 132 embaixadas e compromete até deslocamentos de emergência

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impede Jair Bolsonaro de se aproximar a menos de 200 metros de qualquer embaixada ou consulado estrangeiro criou um impasse logístico para o ex‑presidente.

Em Brasília, onde vivem dezenas de representantes internacionais, a regra dificulta até trajetos para clínicas e hospitais.

De acordo com o governo do Distrito Federal, existem hoje 132 representações diplomáticas na capital. A maioria está concentrada na região central e no Lago Sul.

O bairro onde Bolsonaro mora, o Jardim Botânico, está cercado por embaixadas e vias estratégicas que cruzam áreas diplomáticas. Para ir ao hospital, ele ou seu motorista precisam driblar esses obstáculos com rotas alternativas.

O Lago Sul abriga dois dos principais hospitais privados de Brasília: o Daher e o Hospital Brasília. Ambos ficam próximos a embaixadas, o que praticamente impede Bolsonaro de alcançá-los sem infringir a ordem judicial.

A alternativa, portanto, é o DF Star, mais afastado, localizado na Asa Sul, a cerca de 20 minutos de sua casa. Bolsonaro já usou hospital diversas vezes.

Em abril deste ano, passou por uma cirurgia e permaneceu internado por 22 dias. Em junho, voltou ao local depois de passar mal durante uma visita a um frigorífico em Goiás. Esse hospital tem se tornado o único trajeto viável para o ex‑presidente quando precisa de atendimento mais complexo.

Desde o atentado a faca sofrido em Juiz de Fora (MG), em 2018, Bolsonaro passou por dez cirurgias. Dessas, sete estão diretamente ligadas ao episódio da campanha presidencial. O histórico de saúde delicado, agravado por intercorrências frequentes, exige cuidados constantes.

 

Para sair de casa, Bolsonaro precisa calcular cada metro

Embora o trajeto até o DF Star ainda seja tecnicamente viável, a rota exige desvios para evitar o perímetro de embaixadas. Em uma situação de urgência, cada minuto pode ser decisivo.

O simples ato de sair de casa virou uma operação delicada. Um erro de cálculo no percurso pode expor Bolsonaro à prisão por descumprir a decisão do STF. Moraes justificou a medida como uma forma de evitar possíveis contatos internacionais do ex‑presidente. 

 

Fonte: Revista Oeste – Luis Batistela

Governo Lula: Correios acumulam R$ 2,75 bilhões em dívidas e suspendem pagamentos

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Estatal tem 11 trimestres consecutivos de prejuízos, que começaram quando o PT assumiu o Planalto

Os Correios decidiram suspender os pagamentos de dívidas que somam R$ 2,75 bilhões, incluindo débitos com fornecedores, tributos e benefícios dos funcionários. A estatal enfrenta 11 trimestres seguidos de prejuízo e busca proteger seu caixa em meio à crise financeira, optando por postergar obrigações para manter as operações em funcionamento.

Documentos internos indicam que a decisão de suspender pagamentos visa preservar a liquidez e reequilibrar o fluxo de caixa, ao menos temporariamente. Entre os compromissos adiados estão repasses ao plano de saúde Postal Saúde, ao fundo de pensão Postalis, débitos tributários, fornecedores e programas corporativos. Do total, 53% referem-se a dívidas cujo atraso implica multas e juros, mas não paralisa os serviços.

A lista contempla os seguintes valores, de acordo com publicação do g1:

  • R$ 741 milhões do INSS patronal;

  • R$ 652 milhões de fornecedores;

  • R$ 363 milhões ao Postal Saúde;

  • R$ 271 milhões ao Remessa Conforme;

  • R$ 238 milhões em vale-alimentação e refeição;

  • R$ 208 milhões em PIS/Cofins;

  • R$ 138 milhões de Postalis; e

  • R$ 135 milhões a franqueadas.

Parte dessas dívidas já resultou em cobranças judiciais, com transportadoras acionando a Justiça Federal para exigir R$ 104 milhões em pagamentos atrasados.

Além disso, a Receita Federal identificou R$ 1,3 bilhão em tributos não quitados. Como estratégia provisória, a empresa espera captar R$ 1,8 bilhão em recursos, sem detalhar se os valores virão de empréstimos ou do Tesouro Nacional. Em dezembro de 2024, foram contratados dois empréstimos, de R$ 250 milhões e R$ 300 milhões, junto aos bancos Daycoval e ABC. As parcelas começaram a vencer em julho e vão até dezembro deste ano.

Busca por financiamento e restrições de uso

Os Correios também aguardam a liberação de um financiamento de R$ 4,3 bilhões junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco dos Brics, presidido por Dilma Rousseff. Esses recursos, contudo, são destinados a projetos de descarbonização e modernização logística, sem possibilidade de uso para cobrir o déficit de caixa.

Fonte: Revista Oeste – Autora: Loriane Comeli

PP’s e Oucs

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PPPS e OUCS

PPPS e OUCS

Utilizar os mecanismos de Parcerias Público – Privada e Operações Urbanas Consorciadas

Como forma de efetuar projetos de Renovação urbana, reduzir os déficits públicos e melhorar os serviços à comunidade.

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Parcerias Público-Privadas Bem Estruturadas

Parcerias Público – Privadas bem estruturadas permitem melhor desempenho dos serviços públicos, dos espaços de uso em eventos e de realização de obras e atividades de interesse público. A cada estudo de parceria será consultada a comunidade antes de implantar.

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Realizar Operações Urbanas Consorciadas

Para projetos de revitalização Urbana, através da emissão de CEPACS, “Certificados de Potencial do Direito de Construir”, geradores de recursos antecipados através da Caixa Econômica federal.

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Equipe Técnica de Projetos

Manter equipe técnica de projetos com eficiência na busca de recursos externos e de programas governamentais: Engenheiros, Arquitetos, Economistas, Técnicos ambientais e advogados.

Imagem relacionada a equipe técnica de projetos

Arquitetura Pública Social

Manter equipe mínima cadastrada e remunerada de engenheiros e arquitetos privados, por projetos de interesse social individual, exercendo arquitetura pública social através de tabela conveniada através de Convênio com os órgãos de classe.

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Conselho Público Privado de Desenvolvimento Econômico

Criar o Conselho Público Privado de desenvolvimento econômico.

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