Ator de “A Paixão de Cristo” é confirmado para viver ex-presidente em filme dirigido por Cyrus Nowrasteh e roteirizado por Mario Frias.
A América do Sul testemunha um marco histórico com a **vitória esmagadora** de José Antonio Kast nas eleições presidenciais do Chile. Este triunfo não é apenas uma mudança de governo, mas o **enterro definitivo do experimento socialista** de Gabriel Boric, sinalizando uma vigorosa **restauração dos valores de ordem, segurança e liberdade** em toda a região. A partir de 2026, com a posse de Kast em 11 de março, o mapa ideológico do continente será reequilibrado, com seis nações sob a gestão de líderes de direita ou centro-direita, confrontando o bloco remanescente da esquerda.
O resultado eleitoral chileno reflete uma **rejeição clara e inequívoca** às políticas progressistas que, sob o mandato de Boric, levaram o país a um período de instabilidade e insegurança. A campanha vitoriosa de Kast, um conservador de 59 anos, centrou-se em pilares essenciais para a soberania e o bem-estar da nação: **a restauração da ordem pública e o controle rigoroso da imigração irregular**. A mobilização popular em torno dessas pautas, evidenciada pelo retorno do voto obrigatório, demonstra que a população sul-americana anseia por governos que priorizem a segurança de seus cidadãos e a integridade de suas fronteiras.
A ascensão de Kast no Chile não é um evento isolado, mas parte de uma **tendência continental de despertar e resistência** contra a hegemonia socialista. Recentemente, o Peru viu José Jerí assumir a Presidência com um discurso de **tolerância zero contra o crime**, e a Bolívia encerrou quase duas décadas de domínio do Movimento ao Socialismo, ligado ao populista Evo Morales, com a vitória de Rodrigo Paz. Esses movimentos indicam que a maré vermelha que cobriu a região na década passada está, finalmente, recuando.
O novo alinhamento ideológico da América do Sul coloca o Chile ao lado de nações que buscam a prosperidade através da responsabilidade fiscal e da liberdade econômica, como Argentina, Equador, Paraguai, Peru e Bolívia. Em contraste, o bloco da esquerda, que inclui Brasil, Colômbia, Guiana, Uruguai e Suriname, mantém-se manchado pela presença da **ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela**, um lembrete sombrio do destino final das utopias socialistas.
O líder conservador argentino, Javier Milei, resumiu o sentimento de otimismo que varre a direita regional:
> "LA IZQUIERDA RETROCEDE. LA LIBERTAD AVANZA." (A esquerda retrocede. A liberdade avança.)
Este cenário de alternância, que se intensificou nos últimos anos, sobretudo em países como Argentina e Peru, prova que a população está atenta e disposta a corrigir os rumos de suas nações, rejeitando o caminho do estatismo e do progressismo fracassado. A vitória de Kast é um farol de esperança para todos aqueles que acreditam que a **verdadeira liberdade e a ordem são os únicos caminhos para o desenvolvimento e a dignidade** na América do Sul.
Fonte:Revista Oeste